Movimentação de cargas no Teca de Petrolina cresce 27,6% em 2017

Aumento da oferta de voos cargueiros e a movimentação de carga existente entre os meses de janeiro e fevereiro de 2017 foram os principais pilares do crescimento

 

Teca de Petrolina - Cargo News

Aeroporto de Petrolina (Foto: Divulgação Infraero)

O Terminal de Cargas (Teca) do aeroporto de Petrolina – Senador Nilo Coelho (PE), registrou crescimento de 27% na movimentação de cargas num comparativo entre os anos 2016 e 2017. O Teca registrou a exportação de 3.782,4 toneladas no ano passado, ante 2.964 toneladas em 2016.

 

O aumento da oferta de voos cargueiros e a movimentação de carga existente entre os meses de janeiro e fevereiro de 2017 foram os principais pilares do crescimento registrado, assim como a certificação operacional recebida em 21 de setembro, que atestou a capacidade operacional do terminal e seu funcionamento de acordo com os ditames de segurança e excelência estabelecidos pelos órgãos da aviação civil nacional e internacional.

 

A publicação do documento também viabilizou o recebimento de uma aeronave cargueira de maior porte, a B747-8F. Desde então, o Teca recebeu dois voos semanais no último trimestre, aumentando a quantidade de voos em relação ao mesmo período de 2016 e aumentando a capacidade de carga embarcada por voo nas operações realizadas com a aeronave recém-autorizada.

 

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Aeroporto de Petrolina (Foto: Divulgação Infraero)

Atualmente, o terminal de cargas de Petrolina tem trabalhado apenas com exportações – 100% dos produtos exportados são frutas, com predominância da manga, mas embarcando também mamão, limão e uva.

 

Passageiros – O aeroporto de Petrolina também tem outro motivo para comemorar: o registro de alta de 8,52% de embarques e desembarques em 2017, quando comparado com o ano anterior.

 

Para o superintendente do terminal, Moyses Barbosa da Silva Filho, o crescimento se dá em virtude da melhora da economia, a concorrência entre as companhias aéreas e a boa infraestrutura mantida pela Infraero, dando um conforto maior para os usuários. “Essa disputa estimula a baixa de preços e o aumento do número de viajantes que fazem a opção pelo modal aéreo”, explica.

Fonte: Assessoria de Imprensa




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