Kuehne+Nagel é premiada novamente no Troféu Fênix, lança novo produto LCL no interior de São Paulo e
mostra a importância de ouvir e executar as demandas de seus clientes
Co
nfiabilidade através de processos, pessoas e tecnologia. Esses são os
pilares da Kuehne+Nagel em busca da excelência operacional e da consequente satisfação de seus clientes. No
país há mais de meio século, o provedor logístico suíço-alemão conta com 19 escritórios no Brasil. A filial
de Campinas possui 80 funcionários e é a segunda maior do país, somente atrás do escritório de São
Paulo.
A unidade, que oferece todos os serviços da empresa, entre eles
agenciamento de cargas (aéreas, marítimas e rodoviárias), desembaraço aduaneiro, logística, projetos e
seguro, responde por cerca de 25% do volume e faturamento da Kuehne+Nagel no Brasil. Esse número é resultado
do forte trabalho desenvolvido pela filial que cobre mais de 70% do Estado de São Paulo. “Temos um time de
vendas muito atuante na região e um funcionário especialmente focado no norte do Estado”, disse Alberto
Mathia, gerente de distrito responsável pelas filiais de Campinas, Viracopos e Santos.
O mercado para a Kuehne+Nagel tem sido promissor. A empresa enfrentou a crise de forma
serena e consciente, com estratégias de desenvolvimento de novos negócios e controle eficiente de custos.
“Continuamos adequando nosso custo à demanda e ganhamos market share durante a crise, o que contribuirá para
mantermos a liderança no mercado”, disse Mathia. Não obstante, a empresa manteve seus investimentos no
desenvolvimento de novos talentos e controlou fortemente o capital de giro, o que resultou em forte posição
de caixa.
De acordo com os recentes dados divulgados aos acionistas da empresa,
nos primeiros nove meses do ano a estimativa de queda do mercado mundial marítimo foi de 16%, enquanto a
Kuehne+Nagel caiu apenas 8,6%. Já o mercado aéreo apresentou queda estimada de 17% e a Kuehne+Nagel 15%.
“Isso denota que ganhamos market share”.
Segredo do sucesso
Mas o que
sustenta essa liderança? Para Mathia, a confiabilidade do mercado, proveniente dos três pilares na busca
pela excelência operacional, é a resposta ideal a essa pergunta. “A diferença entre os concorrentes está na
habilidade de saber executar. Sistemas e processos não são suficientes. É preciso ter as pessoas certas nos
lugares certos”, afirmou. O gerente de distrito acredita que a vantagem competitiva em um setor de prestação
de serviços é determinada pela habilidade do prestador produzir experiências melhores que as dos
concorrentes. “E é isso que fazemos: fabricamos boas experiências para nossos clientes”.
A excelência operacional da Kuehne+Nagel está embasada pela sua política ‘QSHE’, a qual
envolve qualidade, segurança, saúde e meio ambiente. Em uma época onde a sustentabilidade é um conceito de
muito futuro dentro das empresas, na Kuehne+Nagel sua prática é cumprida a rigor.
O projeto “paperless”
é um exemplo disso. “Instalamos monitores de 21 polegadas para que os funcionários visualizem melhor os
documentos e evitem impressões e gastos de papel desnecessários”, afirmou Mathia. “Procuramos utilizar
transportadoras que tenham uma política equivalente, com frota própria e nova, minimizado a emissão de gases
poluentes”.
Entretanto, na opinião de Mathia, a questão da sustentabilidade vai
além da preservação do meio ambiente. “Ser sustentável é satisfazer as necessidades do presente sem
prejudicar as gerações futuras. A sustentabilidade está nas atitudes das empresas, das pessoas e na relação
dos níveis sociais, econômicos e ambientais”. Para o executivo, todos, dentro e fora da empresa, devem mudar
seus comportamentos e atitudes. Na Kuehne+Nagel todos participam de treinamentos e projetos sociais. No
Natal do ano passado, por exemplo, a empresa recebeu a visita de uma instituição de crianças carentes e
promoveu um amigo secreto.
Novo projeto
Outros projetos fazem com que
a Kuehne+Nagel seja uma empresa reconhecida pela qualidade de seus serviços e ineditismo. Um deles é a
consolidação de carga solta marítima no interior de São Paulo. As cargas de Ribeirão Preto e regiões
adjacentes são consolidadas na própria cidade de Ribeirão Preto e depois transportadas para o porto de
Santos. A Kuehne+Nagel faz a coleta, o desembaraço aduaneiro, o seguro da carga, o transporte internacional
e a entrega no destino final. “Estamos gerando competitividade para nós e nossos clientes”, disse
Mathia.
O projeto foi colocado em uso no final de outubro e já tem demonstrado uma
boa demanda. “Iremos estudar se o projeto é viável em outras regiões do Estado de São Paulo, complementou
Mathia.
Outra mudança aplicada pela empresa foi transferir o atendimento ao
cliente das operações de desembaraço e de agenciamento de cargas marítimas, antes concentrado em Santos,
para as filiais de Campinas e São Paulo. “Dessa maneira, conseguimos ouvir e nos comunicar melhor com o
cliente. Eles falam diretamente com a filial que, por sua vez, conversa internamente com o time de Santos”,
explicou Mathia. O resultado está no aumento do volume da empresa. “Tivemos um ganho de sinergia e
comunicação muito grande entre nossa área operacional, comercial e com o
cliente”.
Recuperação
O aumento do volume começou a ser notado após o
primeiro semestre deste ano, diante da melhora da própria atividade indústrial. “Temos uma expectativa
bastante positiva para o ano que vem, quando esperamos um crescimento de dois dígitos”, afirmou o gerente de
distrito.
Os melhores resultados também estão relacionados com a forte política da
Kuehne+Nagel voltada a excelência operacional. “A satisfação do cliente é uma relação entre sua expectativa
e o resultado que entregamos”, explicou. “O prestador de serviço tem que saber escutar a necessidade do
cliente e conseguir agregar o valor diante disso. Não basta criar uma estratégia, é preciso ser capaz de
executá-la. O sucesso está na execução”, completou.
Reconhecimento
O
resultado de todo trabalho desenvolvido pela Kuehne+Nagel Campinas ficou evidente com a entrega do Troféu
Fênix durante a 10ª edição do SCALA. A empresa foi a primeira colocada na categoria Despachante Aduaneiro,
com até 8.000 despachos no ano. Esta não é a primeira vez que a empresa recebe o troféu. “No ano retrasado
havíamos conquistado o primeiro lugar como agente de cargas e no passado o segundo lugar como despachante
aduaneiro”.
Para a empresa, a premiação é um selo de qualidade avalizado pelo
mercado. “O prêmio de melhor despachante aduaneiro contribuirá para nós alcançarmos nosso novo objetivo:
sermos líderes de mercado também neste produto”, declarou Mathia. A empresa também saiu do SCALA 2009
vencedora como melhor agente de carga na cadeia logística da indústria farmacêutica em Viracopos.
Mathia acredita que os reconhecimentos contribuem para valorizar a marca. “O prêmio é também
um fator motivacional extra para todos os nossos funcionários, dando mais força para crescermos ainda mais”,
disse. Para finalizar a coroação, há cerca de um mês a empresa saiu no ranking das 40 melhores empresas do
mundo, publicado pela revista Business Week.
A Kuehne+Nagel, única transportadora
a figurar no ranking, ocupou a 23ª posição e ficou logo atrás da Petrobras. “A metodologia usada envolve a
taxa de crescimento apresentada por cada empresa e o potencial de criação de valor”, explicou Mathia. “Isso
mostra a solidez do grupo para o mercado, para os próprios funcionários e nos orgulha de trabalhar na
Kuehne+Nagel”.